Pedro Bial está de volta com o programa “Conversa com Bial”. Nesta terça-feira (7), o jornalista entrevista a atriz Fernanda Torres, sua grande amiga e ex-mulher. O programa retornou à grade da TV Globo e agora é exibido semanalmente nas noites de terça-feira, às 23h30, após a série “Pablo & Luisão”.
A nova temporada conta com 12 episódios gravados no Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao videocast “Conversa vai, conversa vem”, disponível no YouTube do GLOBO e no Spotify, Bial falou sobre como é entrevistar pessoas com quem tem relações pessoais e lembrou a última conversa que teve com Fernanda Torres.
Perguntado se prefere o atual programa ou o tempo em que apresentava o BBB, Bial respondeu: “Eu prefiro o cafofinho de hoje em dia. O BBB foi muito importante, e não teria o cafofinho se não tivesse passado pela experiência do BBB, me formado o profissional mais à vontade com a linguagem do entretenimento”.
Sobre o segredo para tirar o melhor de um entrevistado, ele disse que é intuitivo. “Às vezes, é quando você, sem querer, reconhece na pessoa alguma coisa que ela mesma não tinha reconhecido nela. E, aí, a pessoa fica apaixonada por você porque reconheceu esse talento nela”.
Bial também afirmou que o roteiro deve ser deixado de lado durante a entrevista. “Roteiro tem que jogar fora. Você fez o dever de casa, ele está lá, mas chegou na hora, tem que jogar fora. Roteiro é algo a que você recorre se deu ruim, se deu branco, se interrompeu”.
Ao falar sobre entrevistar pessoas com quem tem intimidade, como Fernanda Torres, Bial declarou: “Ela me dá um baile, dá um baile em qualquer entrevistador. É um QI à parte. Para mim, o mais difícil é entrevistar alguém com quem eu tenha intimidade. Sempre tento lembrar que estou fazendo aquela pergunta não só pela minha curiosidade, mas pela curiosidade de quem está assistindo. Então tenho que perguntar coisas que estou careca de saber”.
Benedito Ruy Barbosa e o futebol
O autor de novelas Benedito Ruy Barbosa também tem uma forte ligação com o futebol. Torcedor do São Paulo, ele já atuou como repórter de campo e escreveu livros sobre Pelé. A relação entre o dramaturgo e o esporte é marcada por sua paixão pelo time do coração e pelo trabalho jornalístico na cobertura esportiva.
