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Guarda preso suspeito de matar esposa em casamento em SP

Um guarda municipal de Campinas (SP) foi preso suspeito de matar a esposa a tiros durante a festa de casamento do casal. O crime ocorreu na noite de sábado (9) em um salão de festas na região do bairro Jardim do Lago.

De acordo com a Polícia Civil, o homem, de 32 anos, teria discutido com a vítima, de 29 anos, durante a comemoração. Após a briga, ele sacou uma arma e efetuou os disparos. A mulher morreu ainda no local.

Testemunhas que estavam na festa acionaram a polícia. O guarda municipal foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia. A arma usada no crime foi apreendida. A motivação do assassinato ainda é investigada pela polícia.

A Prefeitura de Campinas informou, por meio de nota, que o servidor foi afastado das funções e que vai acompanhar as investigações. O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas.

O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. O enterro está previsto para ocorrer neste domingo (10) em um cemitério da região.

Outro caso de violência doméstica no estado

Em um caso semelhante registrado na capital paulista, um homem de 45 anos foi preso suspeito de agredir a companheira com um golpe de faca na região do bairro do Ipiranga. A vítima, de 38 anos, foi socorrida e levada a um hospital da região, onde passou por cirurgia e não corre risco de morte.

O agressor foi detido por policiais militares que faziam patrulhamento na área. Ele foi levado para o 16º Distrito Policial e autuado por tentativa de feminicídio. A polícia informou que o casal tinha histórico de discussões e que a mulher já havia registrado boletins de ocorrência contra o companheiro anteriormente.

Os dois casos reforçam a preocupação com o aumento de crimes de violência doméstica no estado de São Paulo. Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que, nos primeiros meses deste ano, o número de feminicídios cresceu em comparação com o mesmo período do ano passado. As autoridades pedem que vítimas denunciem agressões pelo telefone 180.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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