Turim: 12 pessoas podem ser condenadas por venda de contratos de trabalhos falsos para tirar permissões de estadia

permissões de estadia

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Para o líder da quadrilha, o falso advogado Francesco Maria Rossi, foi pedido a pena máxima, três anos e meio de prisão.

O procurador de Turim, Vincenzo Pacileo, pediu a condenação de 12 pessoas, suspeitas de formar uma associação criminosa finalizada ao favorecimento 

da imigração clandestina. A quadrilha, de acordo com a acusação, teria ganhado milhares de euros de extracomunitários irregulares em troca de fornecimento de documentos de trabalho falsos, usados para conseguir permissões de estadia. O bando, liderado pelo falso advogado Francesco Maria Rossi, para o qual foi pedido a pena de três anos e meio de prisão,  teria aplicado 200 golpes nos últimos meses de 2009.

O caso foi descoberto no começo de 2010 depois que uma bomba, talvez colocada por represália ou para intimidar, explodiu debaixo do escritório de Rossi. No curso das investigações, os policiais foram desvendando o mecanismo conduzido pela quadrilha. Depois de individuar os extracomunitários sem uma permissão de estadia, os criminosos ofereciam seus caros serviços ilícitos: documentos de trabalho assinados por falsos empregadores, em geral indigentes e idosos, que provavelmente desconheciam a engrenagem em foram envolvidos.