INTERNACIONAL

alt“Se o Congresso não agir rapidamente, farei a minha proposta”, disse o presidente

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cobrou agilidade dos senadores que estão preparando a reforma das leis de imigração que deverá ser apresentada ao Congresso. O líder da Casa Branca, que havia se reunido na semana passada com os democratas, encontrou-se ontem com os senadores republicanos John McCain, Marco Rubio e Lindsey Graham para pedir que  eles apresentem “o mais rápido possível, uma proposta que reflita os princípios compartilhados sobre a as leis de imigração”.

Obama disse que a reforma deve incluir medidas como “uma maior segurança nas fronteiras, criação de percursos voltados à cidadania (que inclua os milhões de imigrantes ilegais), maior responsabilização dos empregadores e simplificação dos mecanismos legais de imigração”.

O presidente, porém, fez pressão sobre os rebublicanos. Mesmo reconhecendo o progresso e o esforços feitos até agora, se o Congresso não agir rapidamente, Obama disse estar pronto para apresentar a sua própria proposta para reformar as leis de imigração.

altA blogueira cubana, opositora do regima castrista, foi recebida por admiradores e manifestantes

A blogueira cubana Yoani Sánchez já está no Brasil. Ela desembarcou ontem no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, onde foi recebida por admiradores e também por manifestantes que a criticaram, chamando-a de "agente da CIA".

O Brasil é a primeira escala de um giro que a opositora do regime castrista – uma das mais famosas mundo afora – pretende empreender por mais de dez nações, das Américas e da Europa, nos próximos meses.

Sánchez conseguiu sair de Cuba após uma reforma migratória do governo de Raúl Castro que entrou em vigor no dia 14 de janeiro. A reforma eliminou a necessidade de obter autorização de saída do país e da exigência de carta convite.

altFalta de emprego atinge 74 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos de idade

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) enfatizou a preocupação com os 12,6% da população jovem desempregada no mundo em 2012, no relatório Tendências Mundiais de Emprego 2013. De acordo com os dados da organização, a falta de emprego atinge 74 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos, cerca de 37,5% de todas as pessoas sem emprego formal. A taxa de desemprego entre a população acima dessa faixa etária foi 4,5% no mesmo período.

Para a OIT, um dos pontos considerados preocupantes no âmbito do desemprego entre jovens é o tempo prolongado que ficam afastados do trabalho. Na Europa, por exemplo, 35% dos jovens desempregados ficaram seis meses ou mais nessa situação. As consequências mais sérias disso, segundo a organização, são a desmotivação e o afastamento do mercado laboral.

"Ter a experiência de períodos de desemprego tão longos ou abandonar o mercado de trabalho no

começo da carreira profissional prejudica as perspectivas a longo prazo, o que contribui para a erosão da qualificação profissional e social e impede que os jovens acumulem experiência laboral”, informou o relatório.

As taxas médias de desemprego entre jovens e entre adultos no mundo, se comparadas, chegam a ter diferença de até oito pontos percentuais. Enquanto o desemprego atinge, em média, 12,6% da população entre 15 e 24 anos, afeta 4,5% dos adultos.

Agência Brasil

altA estimativa é que exista cerca de 1,5 milhão de cubanos no exterior

As novas regras migratórias em Cuba para que os cubanos possam deixar o país entraram em vigor ontem. Pelas novas normas, as medidas valem para todos, exceto profissionais de saúde e atletas de ponta. As mudanças autorizam que os cubanos fiquem por até dois anos fora do país sem perder o status de cidadão, além da saída de crianças e adolescentes.

Em outubro de 2012, as autoridades cubanas anunciaram as novas regras, que valem para a emissão de passaportes, a exigência apenas de visto para o exterior, além de uma carta-convite para que deixem o país.
Para os cidadãos que deixaram Cuba nos anos 1990, as novas regras autorizam que visitem o país por até 90 dias. Até então, eles podiam ficar, no máximo, dois meses. A estimativa é que exista cerca de 1,5 milhão de cubanos no exterior.

Pelos dados oficiais, há cubanos em mais de 150 países. A maioria deles, 85,7%, vivem nos Estados Unidos.

Agência Brasil

altCláudio Hummes, de 78 anos, é ex-arcebispo de São Paulo e prefeito emérito da Congregação para o Clero

Dez dias após a renúncia do papa Bento XVI, no próximo dia 28, começam as conversas prévias para a escolha do sucessor. Especialistas em temas da Igreja Católica Apostólica Romana apontam pelo menos 12 candidatos. Na relação estão três latino-americanos, além de um brasileiro, dois africanos, dois italianos, dois norte-americanos, um canadense e um filipino.

O conclave, o conselho que reúne os 117 cardeais aptos a votar, vai se reunir em março. A data pode ser antecipada, mas inicialmente está prevista para o período de 15 a 20 de março. A votação segue um rito que inclui o isolamento dos eleitores e que estabelece que a definição só ocorra com o apoio de dois terços dos votos. Do contrário, busca-se o consenso.
 
A seguir, os nomes dos cardeais apontados como mais prováveis à sucessão do papa Bento XVI:

Peter Turkson, 64 anos (ganense) – Chefe da Comissão de Justiça e Paz do Vaticano 

Laurent Monsengwo Pasinya, 74 anos (congolês) - Arcebispo de Kinshasa, no Congo

Grianfanco Ravasi, 70 anos (italiano) – Presidente do Conselho da Pontifícia de Cultura

Angelo Scola, 71 anos (italiano) – Arcebispo de Milão, na Itália. É defensor do diálogo entre muçulmanos e católicos

Dario Castrillón Hoyos, 83 anos (colombiano) – Presidente emérito da  Pontifícia Comissão Ecclesia Dei e prefeito da Congregação para o Clero

Jorge Bergolio, 76 anos (argentino) – Arcebispo de Buenos Aires, capital da Argentina

Óscar Rodrígues Maradiaga, 70 anos (hondurenho) – Arcebispo de Tegucigalpa, capital de Honduras, e presidente da Cáritas Internacional, que reúne organizações humanitárias ligadas à Igreja Católica Apostólica Romana

Cláudio Hummes, 78 anos (brasileiro) – Ex-arcebispo de São Paulo e prefeito emérito da Congregação para o Clero

Marc Ouellet, 67 anos (canadense) - Ex-arcebispo de Quebec, no Canadá, e prefeito da Congregação para os Bispos.

Charles Chaput, 68 anos (norte-americano) - Arcebispo da Filadélfia, nos Estados Unidos
Arcebispo Timothy Dolan, 63 anos (norte-americano) - Cardeal-arcebispo de Nova York, nos Estados Unidos.

Luis Antonio Tagle, 57 anos (filipino) – Arcebispo de Manila, nas Filipinas, e faz parte do Colégio de Cardeais.

Agência Brasil

alt“A economia mundial enfraqueceu em 2012 e deve se manter deprimida nos próximos dois anos”

A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que há “grave risco de nova recessão” e que devem ser adotadas medidas de combate ao aumento do desemprego no mundo. No estudo denominado Situação e Perspectivas da Economia Mundial 2013, as Nações Unidas mantiveram a revisão em baixa para a previsão de crescimento econômico ao longo deste ano.

“O agravamento da crise na zona do euro [17 países que adotam a moeda única], o abismo do Orçamento nos Estados Unidos e um abrandamento brusco da economia chinesa poderão causar nova recessão global e cada um desses riscos poderá resultar em perdas produtivas globais entre 1% e 3 %”, ressaltou o diretor do estudo, Rob Vos.

Para a ONU, as políticas econômicas baseadas em medidas de austeridade fiscal e nos cortes dos orçamentos não oferecem o necessário para recuperar a economia e conter a crise do emprego. “Apesar de os esforços terem sido significativos, especialmente na zona do euro, a combinação de austeridade no Orçamento e de políticas monetárias expansivas teve um êxito desigual”, destacou Vos.

De acordo com o estudo, a estratégia deve ser alterada na tentativa de adotar ações coordenadas com políticas de criação de emprego e de crescimento sustentável. “A economia mundial enfraqueceu consideravelmente em 2012. [A perspectiva é que se mantenha] deprimida nos próximos dois anos”, com a previsão de crescimento de 2,4 % para 2013 e de 3,2 % para 2014”, diz o relatório.

Agência Brasil

altPortugueses têm se queixado de dificuldades burocáticas para aturarem no Brasil

A Ordem dos Engenheiros de Portugal (OE) critica entidades do Brasil de não estarem cumprindo acordos que facilitam a atuação de engenheiros civis portugueses no mercado de trabalho brasileiro. A parceria prevê que os conselhos regionais de engenharia podem conceder registro provisório aos engenheiros portugueses registrados na OE, quando tiverem trabalhando no país.

Cabe às universidades examinarem os diplomas e históricos escolares para atestar a compatibilidade dos currículos antes do registro definitivo. As mesmas medidas valem para os profissionais brasileiros que forem a Portugal.

Segundo a entidade portuguesa, os profissionais têm se queixado de dificuldades para conseguir o registro provisório de forma automática no Brasil, como ocorre em Portugal. A Ordem já encaminhou a reclamação ao governo português, que prometeu tratar do assunto. O tema deverá estar na agenda de uma visita do Ministro da Educação e Ciência de Portugal, Nuno Crato, ao Brasil, no final do ano. O assunto é conhecido da opinião pública de Portugal e até virou recentemente manchete de jornal de Lisboa.

A OE não dispõe do número de engenheiros que aguardam ou solicitaram registro no Brasil. Em 2012, a entidade emitiu cerca de 150 declarações comprovando que o profissional é filiado. No entanto, o número não significa que esses profissionais estejam, de fato, trabalhando no Brasil ou tenham pedido o registro.

Agência Brasil 
 

Mais artigos...